A Dentada da Palmilha
Primeiro era o silêncio. Depois fez-se luz. Mais tarde o mar abriu-se e Roma ardeu. As coisas precipitaram-se quando alguém inventou o clip. Mataram o pacifista e o próprio rei morreu. Um pouco mais tarde aparece o Teatro da Palmilha Dentada. Isto resumidamente.
30.11.09
5.10.09
30.9.09
26.9.09
Norma
Texto: Ricardo Alves e Salgueirinho Maia com Ivo Bastos e Rodrigo Santos
Encenação: Ricardo Alves
Direcção Plástica: Sandra Neves
Música original e Sonoplastia: Rodrigo Santos
Interpretação Ivo Bastos e Rodrigo Santos
Desenho Luz: Pedro Vieira de Carvalho
Direcção de Produção: Adelaide Barreiros

Palmilha 34:2 “Estando três fariseus sentados, deles se abeirou uma mulher. E ela lhes ofertou um prato com dois farináceos. E por entre os três se encontrou a forma justa de dividir a oferenda. E não é conhecida a forma como o fizeram porque modesta é a pobreza .”
A nova peça da Palmilha Dentada será o mais ambicioso dos trabalhos da companhia. Inteiramente falada nas línguas da época, Aramaico, Hebraico e Mirandês, decorrerá entre as águas separadas do Rio Douro. Esta é uma peça sobre o aumento do cepticismo na sociedade actual.
Jesus Cristo disse “Abençoados os que crêem sem ver”. Respeitamos, mas venham ver na mesma.
P.S. Solicitamos a todos os espectadores que desliguem os telemóveis durante o espectáculo, sob pena de serem transformados em estátuas de sal assim que estes tocarem.
16.6.09
Os Sete Actos do Pecado da Gula
Três cozinheiros de renome internacional, provenientes das mais distintas escolas de cozinha, apresentarão um desfile das suas inusitadas criações culinárias. Um francês, um italiano e um português - alguns de vocês agora pensam: “entram num bar, pedem uma cerveja e vira-se um e diz…”, mas não, isso seria uma anedota e nós não estamos cá para graçolas - apresentarão à vez os seus pratos, deixando aos comensais, júris supremos de qualquer arrufo de caçarolas, a privilegiada tarefa de escolher a quem atribuir o Gorro de Ouro do Mestre Luís Américo.
Na Praia da Luz, sete pratos, sete actos, sete assaltos aos palatos, com direito a corta-gostos servidos pelo Teatro da Palmilha Dentada.

Texto: Salgueirinho Maia
Encenação: Ricardo Alves e Rodrigo Santos
Interpretação: Jorge Neto
Produção: Adelaide Osório
Selecção musical: Pedro Mesquita
Horário: sextas-feiras, 21h01
Local: Praia da Luz, Porto
Preço: 40 euros
Para confirmar a sua presença por favor contacte Patrícia Prates 96 1790106 prates.pat@gmail.com
30.4.09
23.4.09
19.3.09

Um balde divide o mundo. Havendo um balde, há o que está dentro e o que está fora. De pernas para o ar é um banco. Com um pé dentro é um gag antigo. Empilhados, uma torre. Numa loja de cristais é um erro, na construção civil uma constante, se tiver um furo é inútil, se tiver muitos, dependurado num ramo de árvore, é um chuveiro. Há baldes que são dois, meio balde de detergente, meio balde de água limpa. Alguns têm tampa, outros têm rodas, quase todos têm asa. Transportam água, guardam o leite e um balde foi à lua e voltou cheio de pedras lunares. E se um dia nos faltarem? Um balde é também um bom ponto de partida para as histórias que se querem contar.
7.3.09
28.2.09
27.2.09
E se um dia o vosso Empreendedor bater com a porta?...
"No frio da cidade negra ele movimentava-se entre as sombras da noite. O nevoeiro tudo cobria mas ele nada temia. Nos buracos vazios de humanidade pairavam os inimigos do progresso e do desenvolvimento, mas ele estava preparado. Perdidos no nevoeiro denso, os inocentes esperavam apenas um sinal, uma bandeira, um farol que os guiasse rumo ao futuro. E o futuro chegou, o futuro era ele. Porque ele era…
O Super Empreendedor Prateado …
" Paladinos da mesquinhez, arautos da apatia, mensageiros da depressão, a vossa hora chegou. Não mais chorar o leite derramado que ainda não se mugiu da vaca da vizinha. É a hora da verdade, de arregaçar as mangas e seguir em frente, mais longe, mais alto, mais forte! Mais fundo e mais depressa também. E para vos liderar nessa luta chegou o Super Empreendedor Prateado."
Homens que não riem nunca mais.
A cidade suspirou aliviada. Todos dormiram um sono mais tranquilo sabendo que o Super Empreendedor Prateado lhe velava o descanso. A cidade não mais seria a mesma: Alguém faria o trabalho que tinha que ser feito, e toda a gente gosta que alguém faça o trabalho que tem que ser feito.
Planeei tudo menos um homem que não sabia rir. Como é que é possível lidar com um homem que não sabe rir? Só há uma solução, temos que continuar. Temos apenas que pensar no futuro. O que precisamos é de empreendedorismo. O nevoeiro não nos pode vencer. Entre as trevas tem que surgir a luz. A luz virá. "
in "A cidade dos que partem"
Mas fazer das tripas feijoada enquanto nos calcam a cabeça não é fácil!!!
20.2.09
19.2.09
De regresso ao que interessa!
Com duas Canadianas, um porquinho a dançar tango e uma jornalista estilo Dr. House lá regressamos nós à "Cidade dos que partem". E para grande regozijo nosso as salas têm estado jeitosinhas!!
17.2.09
A cidade dos que torcem...





